Quantas coisas continuam vivendo
dentro de nós sem nunca terem acontecido?
Quanto do que somos nasceu
justamente do que não houve?
E o que pesa mais?
O que aconteceu
ou aquilo que ficou faltando?
Não sei.
Só sei que, às vezes,
o que não houve
não vai.
Fica.
*Outros textos seguem por aqui.